Mercado Imobiliário pós pandemia no Brasil

De fato, a pandemia provocou reviravolta na economia mundial e também no Brasil. A queda do PIB em 2020 está estimada em cerca de 5%, podendo ser maior, já que no mundo a redução média poderá chegar a 9%. Mas isso não assusta os brasileiros, que já passaram por ouras crises e são reconhecidos pela garra e a disposição para vencer obstáculos. Aliás, esse é o seu maior patrimônio. Capacidade para desenvolver novas ideias, tecnologias, formas de trabalho e percepções não nos faltam.

No mercado imobiliário as perspectivas são otimistas. O crescimento previsto para 2020, de mais de 20% em relação a 2019, foi estancado, mas não anulado. Houve, na verdade, um adiamento. A demanda foi reprimida, mas continua latente. Assim que a economia voltar a funcionar, essa demanda explode. Só será necessário ter boas condições macroeconômicas. Mas isso já existe.

Hoje há no Brasil uma demanda reprimida por imóveis. Ou seja, muitos deixaram de comprar por causa do isolamento social, não porque não podem. Mas, assim como em 2005 (início do nosso boom imobiliário), quando veio à luz a grande demanda reprimida por falta de financiamentos, também será em 2021. Passada a pandemia, muitos voltarão a comprar. Os bancos afirmam que há financiamentos para todas as classes sociais.

O Governo Federal tem feito sua parte. Programas de apoio a grandes, médias e pequenas empresas e aos trabalhadores e profissionais autônomos já somam mais de 700 bilhões de Reais. Por outro lado, nunca na nossa história os juros oficiais (SELIC) foram tão baixos, na casa de 3% ao ano, nem inflação, na casa dos 2,2% ao ano.

Hoje temos, inclusive, financiamento habitacional a juros fixos por até 30 anos. Só precisamos de trabalho e fé. Mas isso não nos falta.

O que você espera nesse cenário? Nós podemos te ajudar!

Deixe uma resposta

Comparar listagens

Comparar
× Fale conosco pelo Whatsapp?